sábado, 18 de fevereiro de 2017

O ANIVERSÁRIO DO SEU ALFABETO

-O dia da grande festa chegou!
-Aniversário do Seu Alfabeto?
-Isso mesmo!

Foram feitos muitos preparativos, com deliciosas guloseimas, para receber festivamente os elegantes convidados. Cada letra levava um presente ao aniversariante. Tudo estava calmo até que chegaram os gêmeos SS e RR, que aprontaram uma grande confusão.

Venha participar desta festa e conhecer a família do Seu Alfabeto. 
TEXTO DO LIVRO " O ANIVERSÁRIO DO SENHOR ALFABETO"
O aniversário do Seu Alfabeto Todas as letras receberam um convite muito importante: Dia 18 de fevereiro será o aniversário do Seu Alfabeto. Você é nosso convidado especial! A recepção será no Clube Social do Alfabetolândia, a partir das 20 horas. 
As letras ficaram em polvorosa. Aniversário do Seu Alfabeto?!Cada um trato de providenciar um presente especial que lembrasse a sua letra. 
No grande dia, no grande salão de bailes do Clube da Alfabetolândia, as letras iam chegando, Umas, iam sozinhas, outras, em grupo. Todas vestidas com muita elegância e levando sue presente. A mulher de Seu Alfabeto, estava na porta recepcionando os convidados e havia contratado como seguranças as letras W, K e Y, para impedir a entrada de qualquer penetra e evitar tumultos. 
Chegaram primeiramente, a letra A, com um pacote cheio de alegria, e a letra D, com um diamante que reluzia tanto quanto o Sol. O C cevou uma camisa. 
O F chegou com uma fotografia de quando Seu Alfabeto estava na pré-escola (encontrado nos arquivos da biblioteca pública), o E, uma estrela da constelação de Dona Via-Lactéa, o X, um xarope especial das florestas equatoriais para ele combater a gripe e assim ter uma ditosa velhice.
Todas as letras que chegavam iam cumprimentar o Seu Alfabeto e dar-lhe seu presente. Ele estava tão feliz que parecia uma criança. Chegou o H com uma harpa, o L, com um livro de piadas. 
O P deu uma Pipa, para que Seu Alfabeto não esquecesse que um dia fora criança; o B levou um boné vermelho. 
O Q ofereceu um Quero-quero, que foi solto imediatamente pelo Seu Alfabeto, após explicar que libertar uma ave tão beça deixaria seu coração cheio de felicidade. 
O G levou um gato siamês, que logo pulou no colo de Seu Alfabeto e ronronava satisfeito. O I presenteou o aniversariante com uma muda de ipê-amarelo. 
O M deu uma mapa de Alfabetolândia feito à mão, o N, navio em miniatura para pôr na estante. 
O J ofereceu um jaleco para os dia de frio. 
O T, um telescópio. 
O O levou uma orquestra para animar a festa, o U, um ursinho de pelúcia. 
 O Z levou um zéfiro numa caixa de mármore para os dias quentes demais. O V deu uma violeta num vaso de bronze. 
Os irmãos SS e os irmãos RR chegaram quando a festa estava no auge. os gêmeos SS levaram um par de sapatos de couro (artificial, bem entendido) e or irmão RR, um relógio de ouro. 
Na hora de entregar os presentes, nem os SS nem os RR queriam dizer que era dos dois. Cada um dizia que o presente era somente seu. Começaram a discutir e partiram para o tapa. 
Que feio! A esposa de Seu Alfabeto, irada, mandou chamar a Dona Delegada Separação em Sílabas, que os levou presos, colocando-os em sílabas-celas separadas. 
Tanto só gêmeos SS quanto os RR não podem ficar na mesma sílaba-cela, senão acabam brigando. Depois desse lamentável episódio, cantaram parabéns deram abraços e beijos e foi cortado o bolo com velinhas. 
O M, muito apressado, correu para cumprimentar Seu Alfabeto, mas escorregou caindo com o rosto em cima do bolo. 
Foi uma risada geral. Somente o P e o B não riram e correram para limpar-lhe o rosto. 
O M, envergonhado, rompeu laços com as outras letras e disse que, a partir daquela festa, só andaria na frente do P e do B para protegê-los, porque eles eram amigos verdadeiros. 
Seu Alfabeto pediu calma a todos. começou a distribuir pedaços de bolo e mandou um prato cheinho de guloseimas para os gêmeos brigões. Depois pediu que a orquestra continuasse tocando, porque o baile só ia terminar quando o dia amanhecesse.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Modelos de Termos de Compromisso com o Livro Didático


O livro didático é de fundamental importância para os estudos de nossos alunos. Saber conservá-los é de suma importância para que os mesmos durem bastante tempo servindo a muitas séries. Para isso, as escolas fazem termos de compromisso. Seguem alguns modelos:


Escola TAL – Ensino Fundamental
Termo de Compromisso

Eu, ________________________________ responsável pelo(a) aluno(a) ______________________da
nome do pai, mãe ou responsável nome do(a) aluno(a) da _____a série do turno  _______________, receberei os livros didáticos abaixo listados:

• CIÊNCIAS – FERNANDO G.
• PROJ. ARARIBÁ–GEOGRAFIA,
• PORTUGUÊS LINGUAGENS ,
• NOVO PRATICANDO MATEMÁTICA

Responsabilizo-me por orientar meu(minha) filho(a) a zelar pelos livros didáticos, mantendo-os limpos e encapados, e entregando-os à escola ao solicitar transferência ou ao final do ano letivo.

Assinatura: ___________________________________________

Cidade tal , __ de ________ de 2010
Outro modelo
TERMO DE RESPONSABILIDADE DE UTILIZAÇÃO DE BEM PÚBLICO

ANO LETIVO EM QUE O ALUNO ESTÁ MATRICULADO:_________

Eu,__________________________________________,responsável pelo aluno(a) _____________________________________________________, matriculado na escola __________________________________________, assumo, sob as penalidades da Lei, a responsabilidade de devolver no final do ano letivo ou em caso de transferência e/ou desistência, os livros que ora recebo, em perfeito estado de conservação.

_____________________________
Assinatura do responsável
____ /_____ /_____

Modelo de FICHA DE AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA

 
 
FICHA DE AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA SOCIOAFETIVA
NOME:________________________________Nº_______ SÉRIE_______   
1ºBIMESTRE/_____
PRINCIPAIS DIFICULDADES DIAGNOSTICADAS
(    ) Interesse pelo estudo
(    ) Atenção e Conscientização
(    ) Participação na Aula
(    ) Raciocínio lógico e/ou abstrato
(    ) Análise/Síntese/Avaliação de situações
(    ) Hábitos de apresentar trabalhos/pesquisas
(    ) Métodos de apresentar trabalho/pesquisas
(    ) Organização
(    ) Não apresenta trabalhos de casa
(    ) Ausência de material escolar
(    ) Assiduidade e ou pontualidade
(    ) Iniciativa
(    ) Criatividade
(    ) Espírito de Observação
(    ) Espírito Crítico
(    ) Curiosidade científica
(    ) Expressão escrita
(    ) Expressão oral
(    ) Leitura
(    ) Domínio de vocabulário fundamental
(    ) Domínio de regras gramaticais
(    ) Relacionamentos com os colega e/ou adultos
(    ) Respeito pelos outros.
(    ) Consciência cívica e moral
(    ) Falta de confiança em si próprio
(    ) Autonomia
(    ) Carências afetivas e/ou materiais
(    ) Respeito as Regras e Normas da Escola
(    ) Ausência de determinados pré-requisitos
(    ) Não retém conhecimentos
(    ) Compreensão e interpretação de idéias
(    )  Não consegue aplicar os conhecimentos
Obs: (relacionar quais são as ausências dos pré-requisitos diagnosticados)
(    ) Domínio das técnica(s)
(    ) Desenvolvimento físico e motor
(    ) Interesses divergentes dos escolares
(    ) Falta de aspirações sociais, culturais e/ou  profissionais
(    )  Interesse geral

Estratégias usadas para superação das dificuldades sócio afetivas apresentadas
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Professor coordenador:_________________________________________________

Modelo de combinado da turma


 
Segue um modelo de combinado da turma. Regrinhas necessárias ao bom andamento das aulas.coffee 2
COMBINADO DA TURMA

Respeitar os colegas, professores e funcionários da escola.
Não se envolver em confusões.
Não dizer palavras ofensivas.
Manter os cadernos e livros limpos e organizados.
Fazer as atividades e os trabalhos com capricho e atenção.
Trazer os livros e materiais nos dias combinado.
Conservar a sala de aula limpa.
Não rabiscar paredes, carteiras, cadeiras e banheiros.
Formar fila por ordem de tamanho.
Não correr nas escadas e no pátio.
Não empurrar ou agredir os colegas.

Não desperdiçar a merenda.
Não faltar nas aulas.
Ir ao banheiro e beber água na hora do intervalo.
Não usar o celular dentro da escola.

TEXTOS EM LETRA CURSIVA - ATIVIDADES

Confira alguns TEXTOS E ATIVIDADES EM LETRA CURSIVA:

Laura e a Arara

Abaicaxi

Doce de Banana

Pirulito

Nicolau

Música

Moldes de Letras em EVA para imprimir

 
Para mural ou para ensinar os alunos a ler e escrever não tem nada melhor do usar o alfabeto completo e hoje venho com algumas opções de moldes de letras do alfabeto em EVA que vai te ajudar a expandir a imaginação dos alunos.

Letras pequenas

moldes de letras do alfabeto em eva para imprimir
moldes de letras do alfabeto em eva

Essas opções acima são excelentes para fazer pequenas letras em EVA para crianças formarem palavras diversas ensinando assim os alunos a escrever e a ler, além disso também pode ser usado em brincadeiras divertidas.

Letras médias

moldes de letras média do alfabeto em eva
A B C D E F
moldes de letras média do alfabeto em eva
G H I J K L
moldes de letras média do alfabeto em eva
M N O P Q R
moldes de letras média do alfabeto em eva
S T U V W X
Essas são excelentes para professores ensinar alunos ou mesmo formar pequenas palavras para mural que faz a diferença, você pode imprimir e recortar esses moldes e contornar o EVA para recortar.

Letras grandes

ATIVIDADES VARIADAS PARA EDUCAÇÃO INFANTIL

EDUCAÇÃO INFANTIL

Digitalizar0125 W150 W151 W152 W153 W154 W155 W156 W157 W158 W159 W160 W161 W162 W163 W165 W166 W167 W168 W169 W170 W171 W172 W173 W174

A CRIANÇA COM BAIXA VISÃO


livro_entendendo_a_baixa_visao





Daiane: colegas de classe já sabem de sua condição
 
Uma das grandes dificuldades do professor, ao se deparar com um aluno que apresenta baixa visão, é considerar as complexidades de fatores que influenciam no aprendizado e na condição sensorial para compreender o mundo que o rodeia.
A baixa visão é caracterizada por uma redução do rol de informações que a pessoa recebe do ambiente, o que restringe, de forma significativa, a quantidade de dados que são importantes para a construção do conhecimento sobre o mundo exterior. Trata-se de uma perda severa de visão que não pode ser corrigida com tratamento clínico ou cirúrgico, nem com óculos convencionais, causando incapacidade funcional. Porém, diversas funções visuais podem ser comprometidas, tais como: acuidade visual – o que se enxerga a determinada distância, campo visual, adaptação à luz e ao escuro e percepção de cores e contrastes. Tudo isso vai depender da patologia apresentada, que pode ter origem em causas congênitas ou adquiridas.
A aprendizagem visual não depende apenas do olho, mas tem sua base construída também através da capacidade do cérebro de realizar suas funções. A criança que enxerga aprende muito bem por imitação. Já àquela que enxerga pouco não tem condições de imitar e então precisa desenvolver o uso da visão residual e dos outros sentidos para entender e executar as tarefas. Como o desenvolvimento dos sentidos não ocorre naturalmente, é preciso educá-los, aproveitando para isso, além dos momentos pedagógicos, as atividades de higiene, alimentação e vestuário.
Na escola, alguns sinais podem ser identificados como comportamentos indicadores de baixa visão, tais como: olhos lacrimejantes, tremor da pupila, franzir de testa e piscar com grande freqüência. O andar hesitante, o tropeçar constante,  dificuldade para encontrar o sentido e direção de objetos, não conseguindo desviar-se deles, a aproximação dos objetos ao rosto, algum incômodo ou intolerância à claridade ou a sensibilidade excessiva a ela, também são fatores indicativos de algum prejuízo na função visual.Nesse caso existem algumas recomendações que podem ser seguidas pelo professor. Porém é importante conhecer o aluno com baixa visão, pois poderá apresentar grande oscilação da sua condição visual dependendo dos fatores naturais do ambiente ou de recursos oferecidos para o planejamento e a organização do trabalho pedagógico.
Por apresentar uma diminuição da percepção visual, muitas crianças com baixa visão perdem o controle do que está acontecendo e, por isso, ficam sem entender o que se passa e não conseguem se prender aos detalhes. Por isso, o professor deve incentivá-las a parar para ver, analisar as partes, observar os detalhes relevantes e entender os acontecimentos, pois quanto mais ela “aprender” olhar, mais aprenderá a ver. O professor também deve ficar atento aos maneirismos, que são manifestados por movimentos repetitivos de movimentar ou girar  a cabeça, esfregar os olhos, balançar o corpo para frente e para trás seguidas vezes, mexer as mãos e os dedos diante dos olhos. Esses movimentos precisam ser substituídos por atividades interessantes que agreguem o uso da visão residual e a exploração de objetos através dos sentidos remanescentes, principalmente pelo tato. Isso significa conhecer o ambiente pelos olhos, mãos e corpo, desenvolvendo habilidades perceptivas, sensoriais e motoras.
O cansaço decorrente de um longo período de atividade precisa ser evitado, já que o “olhar” exige um grande esforço por parte da criança com baixa visão. Sempre que possível, substitua atividades, varie a brincadeira, elabore tarefas mais curtas ou, simplesmente dê pausas para o descanso.
Antes de apresentar as atividades ou mostrar algum objeto, descreva-os, explicando o funcionamento, contando sobre  as rotinas e converse bastante sobre as descobertas a serem feitas. Nesse sentido, outra dica tem relação com a organização do espaço. Para que a criança com baixa visão possa encontrar com facilidade os objetos e consiga se locomover com segurança e independência, evite as constantes trocas de mobiliários e mantenha sempre os pertences pessoais localizados num mesmo lugar que esteja de fácil alcance.
Oriente a criança para que reconheça os ambientes de sua escola, tais como a localização de cada sala, portas, janelas, cortinas, móveis, gavetas, brinquedos, entre outros. Explique cada um deles e permita que a criança com baixa visão manipule ou toque enquanto olha. Para um melhor reconhecimento, poderá utilizar pistas sonoras e olfativas para identificar os diferentes locais, internos e externos a sala de aula.Os colegas de classe devem ser informados sobre a condição visual da criança com baixa visão e  a respeito da importância do uso de recursos ópticos ou não ópticos que auxiliam na execução das tarefas, tais como lupas, óculos, telescópios, materiais com fonte ampliada, condição de luminosidade do ambiente, aproximação de objetos, explicações verbais ao invés de apontar ou gesticular, entre outros.
Para melhorar o desempenho escolar de uma criança com baixa visão recomenda-se:
– Uso de lápis 6B ou 3B, por serem bem escuros, ou caneta hidrográfica para a escrita;
– Desenhos contornados e bem destacados;
– As linhas do caderno devem ter distância ampliada e reforçadas. Num caderno comum, pode-se reforçar uma linha sim e outra não, já que as linhas claras não são percebidas com facilidade;
– A criança deve ocupar um lugar na primeira fila de carteiras, posicionada de modo que possa movimentar-se para chegar próximo ao quadro ou mudar de lugar conforme a incidência da iluminação e do que for mais confortável para enxergar;
– Estimule o aluno a olhar para aspectos como cor, forma e encoraje-o a tocar nos objetos enquanto olha, coordenando movimentos entre olho e mão;
– Uso de materiais e papel fosco para não refletir a claridade. Também orientar o uso de contraste claro e escuro entre objetos e seu fundo, com cores vibrantes e em destaque, como por exemplo, fundo azul e letras amarelas, fundo preto com letras brancas, azul, laranja, roxo;
– Utilizar lupas manuais ou de apoio, telescópios com aumento variável, luminárias com braços flexíveis  que propicie maior conforto e eficiência na leitura. quando houver a prescrição de óculos, o professor deve observar e incentivar o uso dos mesmos;
– Permitir que a criança aproxime o objeto do rosto ou aproximar-se para ver algo no quadro ou na tevê. A proximidade do objeto com relação ao olho faz com que a imagem percebida seja almentada e, consequentemente, melhor identificada;
– Nos materiais escritos, deve haver o predomínio de letras maiúsculas em bastão ou uma uniformidade na fonte utilizada. É recomendada a fonte Arial com tamanho que poderá variar de 20 a 28, ou seja, ampliada de acordo com as necessidades da criança. Para isso o professor fará uma investigação sobre qual será o melhor tamanho. Usar entrelinha duplo e espaços, assim como estar atento quanto a cor, ao brilho do papel e ao contraste;
– Usar régua ou guia de leitura. A guia de leitura pode ser confeccionada com cartolina preta com uma abertura ao centro. Na medida em que o aluno vai lendo, a guia vai sendo deslocada para a linha de baixo, evitando que se perca durante a leitura;
– Possuir uma estante de leitura para apoiar os livros de modo que fiquem mais próximos da criança e ela não precise inclinar muito o corpo para aproximar o rosto durante a leitura. Geralmente essas estantes são feitas de madeira e possuem 3 inclinações com apoio para folhas e livros;
– Uso de jogos, de figuras grandes de revistas, rótulos e embalagens também são recursos que podem ser explorados de acordo com a funcionalidade visual;
– Controlar a luminosidade do ambiente conforme a necessidade do aluno, seja pela incidência de brilho nos objetos ou pela projeção de sombra no caderno. Em alguns casos é necessário uma maior claridade, enquanto que para outros, a presença de luz causa desconforto. No segundo caso o uso de bonés ou viseiras com abas  poderá diminuir o desconforto.
Conforme as orientações apresentadas, percebemos que a criança com baixa visão será capaz de realizar as atividades se lhe oferecerem recursos e ferramentas para desenvolver habilidades e comportamentos que encorajem o olhar como forma de desenvolvimento do potencial pleno de visão, pois esse  sentido funciona melhor em conjunto com os demais sentidos. Deve-se evitar fazer tudo pela criança com baixa visão para que ela não se canse ou não se machuque, pois ela deve ser responsável por suas ações. Evitar tratá-la como “cega”, e assim, o ato de “olhar” se transforma numa situação agradável.
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5º- a criança com baixavisão















GÊNERO TEXTUAL: TEXTOS INFORMATIVOS

 TEXTOS INFORMATIVOS

Texto informativo

Os textos informativos tem o objetivo de abordar algum tema e transmitir conhecimento a respeito desse tema, transmitir dados e conceitos.
Isso é o que acontecem em reportagens de revistas e jornais, verbetes de dicionários e enciclopédias, artigos de divulgação cientifica e livros didáticos.
A maioria dos leitores quando tem em mãos um texto informativos tem a expectativa de aprender alguma coisa com a leitura.
Incluímos neste tipo de textos todos os compreendidos no jornalismo: jornais, revistas, folhetos, com suas diferentes variedades (notícias, reportagens, artigos diversos, anúncios etc.). Incluímos também a correspondência, embora possa haver cartas que se encaixariam melhor num modelo literário. No entanto, a maior parte de correspondência que recebemos e enviamos tem como finalidade informar algo concreto.
Características de um texto informativos:
Função
Conhecer ou transmitir explicações e informações de caráter geral.
Seu objetivo é compreender ou comunicar as características principais do tema, sem maior aprofundamento.
Modelos
Jornais e revistas.
Livros de divulgação, folhetos.
Notícias.
Artigos e reportagens.
Anúncios e propaganda.
Avisos, anúncios públicos.
Correspondência pessoal ou comercial.
Convites.
Entrevistas.
Conteúdo
Muito diverso, em função do tema (notícias, anúncios, cartas etc.).
Formato
Texto em prosa, com características específicas de cada modelo.
Procedimentos de leitura
Uso de indicadores de aproximação ao conteúdo (títulos, fotos, imagens, tipografia, seções do jornal etc.).
Identificação do tema da informação.
Identificação da idéia principal.
Identificação dos detalhes principais.



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